Doze horas prontas a contar: meio dia exato, com alarme no fim.
«De 12 em 12 horas» é das instruções mais comuns nas prescrições, e das mais fáceis de falhar sem um aviso. Doze horas são também o jejum noturno natural de quem janta às 20h e toma o pequeno-almoço às 8h, a demolha do grão-de-bico e exatamente meio dia.
Para tomas à mesma hora todos os dias, um alarme recorrente no telemóvel é mais fiável do que qualquer separador aberto. O temporizador ganha nos processos de véspera, como demolhas e marinadas, e a escala continua nas 24 horas.
Como apoio, sim: 12 horas contadas a partir da toma. Mas para medicação o mais seguro é um alarme recorrente no telemóvel, que não depende de um separador aberto. As dúvidas de horário esclarecem-se com o médico ou farmacêutico.
Nenhum: é o ritmo noturno natural de quem janta cedo e toma o pequeno-almoço a horas normais. Doze horas de pausa digestiva acontecem quase sozinhas; o temporizador só torna o intervalo visível.
Porque é das leguminosas mais duras: com uma noite inteira de água, coze em menos tempo, mais por igual e com menos desperdício. Escorra, lave e cozinhe com água nova.